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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011


Vestida de sentimentos,
Todos os dias ela levantava e colocava sua velha roupa de felicidade, vestia-se da cabeça aos pés, aquela vestimenta que, aos olhos alheios, tão linda; calçava aos pés algo que a fazia passar pelos espinhos e não doessem nela; punha uma sombreira que encobria seu rosto, trazendo, diante de todo aquele sol, um sorriso escondido pelas sombras, tinha em suas mãos algo, uma espécia de luva, que abrangia a todos, e todos sentiam-se acalentados com a sua presença, ninguém percebia nada de errado, às vezes ela até passava despercebida diante dos tais (…) passava o dia inteiro com aquela vestimenta, que parecia frágil, mas resistia, de uma forma tão surpreendente, a todos os males dos dias que passavam (…) mas a noite caía, ela voltara pra casa cansada de todo aquele peso da vestimenta, e tirava-a parte por parte, dos pés a cabeça despia-se inteira, e voltava a sua aconchegante “realidade” enquanto a noite vinha, punha um simples vestido que não tinha um nome fixo, era um nômade dos sentimentos, às vezes vinha de dor, outras de saudade, outrora apenas de cansaço, mas que sempre a fazia deitar em sua cama florida e seu travesseiro macio que a entendia melhor que o mundo inteiro, por um momento, ali, ela sentia-se protegida. 
Warllyssong Sena, Meus devaneios.
Vestida de sentimentos,
Todos os dias ela levantava e colocava sua velha roupa de felicidade, vestia-se da cabeça aos pés, aquela vestimenta que, aos olhos alheios, tão linda; calçava aos pés algo que a fazia passar pelos espinhos e não doessem nela; punha uma sombreira que encobria seu rosto, trazendo, diante de todo aquele sol, um sorriso escondido pelas sombras, tinha em suas mãos algo, uma espécia de luva, que abrangia a todos, e todos sentiam-se acalentados com a sua presença, ninguém percebia nada de errado, às vezes ela até passava despercebida diante dos tais (…) passava o dia inteiro com aquela vestimenta, que parecia frágil, mas resistia, de uma forma tão surpreendente, a todos os males dos dias que passavam (…) mas a noite caía, ela voltara pra casa cansada de todo aquele peso da vestimenta, e tirava-a parte por parte, dos pés a cabeça despia-se inteira, e voltava a sua aconchegante “realidade” enquanto a noite vinha, punha um simples vestido que não tinha um nome fixo, era um nômade dos sentimentos, às vezes vinha de doroutras de saudadeoutrora apenas de cansaço, mas que sempre a fazia deitar em sua cama florida e seu travesseiro macio que a entendia melhor que o mundo inteiro, por um momento, ali, ela sentia-se protegida.

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