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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011



Escrevo repetidas vezes e apago. Nada sai como eu quero e parece até que me falta inspiração. São esses excessos que me tolhem a vontade de colocar em palavras. Não consigo pensar em nada melhor para fazer, do que me deixar desaguar na minha maior tristeza. Então espero um meio termo, que me permita sentir com clareza as palavras que passo para o papel.
É como se a vida tivesse perdido a graça, as coisas param de fazer sentido de repente. Os dias são tediosos e as noites são longas. Ando de um lado para o outro e pareço não sair do lugar. Perco-me admirando o nada, querendo de algum jeito achar inspiração, mas só me deparo com um vazio persistente. E se ao cair de uma tarde qualquer a vida persistir em me manter nessa estranha solidão, hei de com fé esperar o nascer de um novo dia.
(Tiago Gomes e Viviam Baddini)
Escrevo repetidas vezes e apago. Nada sai como eu quero e parece até que me falta inspiração. São esses excessos que me tolhem a vontade de colocar em palavras. Não consigo pensar em nada melhor para fazer, do que me deixar desaguar na minha maior tristeza. Então espero um meio termo, que me permita sentir com clareza as palavras que passo para o papel.
É como se a vida tivesse perdido a graça, as coisas param de fazer sentido de repente. Os dias são tediosos e as noites são longas. Ando de um lado para o outro e pareço não sair do lugar. Perco-me admirando o nada, querendo de algum jeito achar inspiração, mas só me deparo com um vazio persistente. E se ao cair de uma tarde qualquer a vida persistir em me manter nessa estranha solidão, hei de com fé esperar o nascer de um novo dia.

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