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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011


Garota fria, sem muitos amigos, considerada até anti-social, coitados, mal sabem o que a pequena garota já passou, mal sabem que o seu silêncio carrega muitas dores, mal sabem que o seu jeito tímido esconde um medo, mal sabem que os olhos que brilham ao dia derramam lágrimas a noite. A garota que é julgada antes de mesmo de ser conhecida, a garota que parece fria esconde sentimentos, a garota que parece fria, chora, a garota que não demonstra nenhum tipo de sentimentos, sofre em silêncio, ela chora no seu quarto ao mesmo tempo em que a sua música preferida toca em um baixo volume, fazendo lembrar de alguns momentos que marcaram sua vida.. Fazendo lembrar de pessoas que se diziam amigos e abandonaram. Talvez a pequena garota que hoje sorrir pra você, chore a noite escondido do resto do mundo. (andre∞araujo)

Ela não sentia, ou pelo menos demonstrava não sentir. Ela queria gritar mas lhe faltava a voz, queria correr mas acabava não achando uma saída, queria chorar mas suas lagrimas acumuladas durante um dia inteiro abafavam o travesseiro. Ela simplesmente havia cansado. Cansado de ser julgada por quem um dia considerou seus amigos, cansada de ser odiada até mesmo dentro de sua própria casa, ela havia cansado de sentir. De viver. Ela sabia que na verdade ninguém se importava, que todos diziam entender sem terem ideia do que era aquele sofrimento, ela tinha certeza que nada do que eles falavam iria adiantar, que o “tempo compensa tudo” estava longe pra chegar. Mas ela aturou e concordou de boca calada como de costume. As palavras, já sabia, seriam clichês e soariam falsas, frases decoradas como “obrigada, você é um anjo”. Ela não tinha mais razões para continuar, ela não só se via como uma decepção para os outros mas sim como uma decepção para si mesma. Ela não era a garota que planejava ser a 5 anos atrás, ela era só mais uma em meio a tantas outras. Só que não era isso que a machucava. Machucava pelo fato que as tantas outras carregavam pelo menos um motivo pra continuar. Talvez um amor correspondido, amigos que apoiavam ou uma família que além de tudo, fosse amiga. Ela não tinha nenhum argumento desses, nada. O que essa garota fez, e que na verdade continua fazendo, é o de sempre. Chorar em silencio, sofrer em silencio, amar em silencio, porque para ela, todos sempre estiveram surdos para suas palavras. (psicotr0pica)
Ela não sentia, ou pelo menos demonstrava não sentir. Ela queria gritar mas lhe faltava a voz, queria correr mas acabava não achando uma saída, queria chorar mas suas lagrimas acumuladas durante um dia inteiro abafavam o travesseiro. Ela simplesmente havia cansado. Cansado de ser julgada por quem um dia considerou seus amigos, cansada de ser odiada até mesmo dentro de sua própria casa, ela havia cansado de sentir. De viver. Ela sabia que na verdade ninguém se importava, que todos diziam entender sem terem ideia do que era aquele sofrimento, ela tinha certeza que nada do que eles falavam iria adiantar, que o “tempo compensa tudo” estava longe pra chegar. Mas ela aturou e concordou de boca calada como de costume. As palavras, já sabia, seriam clichês e soariam falsas, frases decoradas como “obrigada, você é um anjo”. Ela não tinha mais razões para continuar, ela não só se via como uma decepção para os outros mas sim como uma decepção para si mesma. Ela não era a garota que planejava ser a 5 anos atrás, ela era só mais uma em meio a tantas outras. Só que não era isso que a machucava. Machucava pelo fato que as tantas outras carregavam pelo menos um motivo pra continuar. Talvez um amor correspondido, amigos que apoiavam ou uma família que além de tudo, fosse amiga. Ela não tinha nenhum argumento desses, nada. O que essa garota fez, e que na verdade continua fazendo, é o de sempre. Chorar em silencio, sofrer em silencio, amar em silencio, porque para ela, todos sempre estiveram surdos para suas palavras. 
— Traz uma xícara de chá gelado por favor Zé.— Ué, não vai pedir o mesmo de sempre hoje não? Aquele mesmo café quente..— Quero sair desse clichê, já basta minha vida.— Já basta sua vida?— Sim. Sem açucar por favor.— O que?— O chá. Quero ele amargo e gelado. Hoje estou afim de combiná-lo com o que estou sentindo.— Mas o que você está sentindo?— Não faz perguntas difíceis Zé. Traz meu chá, estou com pressa.—  O que houve com você? Eu não estou reconhecendo mais a moça simpática que eu sempre conheci…—  Desculpe-me, mas acho que essa “moça simpática” que você um dia já conheceu, não encontrará mais..— Motivos?— A vida.— A vida? — É, a vida.— O que foi que a vida lhe fez? — Nada Zé. Ela apenas me obrigou a ser o que eu hoje me tornei.— Amarga assim? — Amarga, fria, “sem sentimentos” e um pouco enjoada.— Amargura também enjoa.— Ser doce enjoa mais.— Não acho […] Mas você já não sente… mais nada? — Sinto Zé, sempre senti e não vai ser hoje que eu vou parar. Eu apenas aprendi a ignorar, a fingir, a esconder… E aprende comigo Zé.. dói menos.  (Gabriela Novaes - Querida♥Solidão)

— Traz uma xícara de chá gelado por favor Zé.
— Ué, não vai pedir o mesmo de sempre hoje não? Aquele mesmo café quente..
— Quero sair desse clichê, já basta minha vida.
— Já basta sua vida?
— Sim. Sem açucar por favor.
— O que?
— O chá. Quero ele amargo e gelado. Hoje estou afim de combiná-lo com o que estou sentindo.
— Mas o que você está sentindo?
— Não faz perguntas difíceis Zé. Traz meu chá, estou com pressa.
—  O que houve com você? Eu não estou reconhecendo mais a moça simpática que eu sempre conheci…
—  Desculpe-me, mas acho que essa “moça simpática” que você um dia já conheceu, não encontrará mais..
— Motivos?
— A vida.
— A vida? 
— É, a vida.
— O que foi que a vida lhe fez? 
— Nada Zé. Ela apenas me obrigou a ser o que eu hoje me tornei.
— Amarga assim? 
— Amarga, fria, “sem sentimentos” e um pouco enjoada.
— Amargura também enjoa.
— Ser doce enjoa mais.
— Não acho […] Mas você já não sente… mais nada? 
— Sinto Zé, sempre senti e não vai ser hoje que eu vou parar. Eu apenas aprendi a ignorar, a fingir, a esconder… E aprende comigo Zé.. dói menos. 
 Mais uma daquelas rotinas clichês
Estava tudo bagunçado, nada estava em seu devido lugar, roupas pelo chão, papeis amassados jogados pelo quarto, e uma pobre garota deitada em uma cama, olhando para o teto, sonhando acordada. Mas então ela levantou, passou a mão pelo rosto, prendeu seus cabelos para tentar esconder um pouco da bagunça, feita pelos dias anteriores e caminhou seguindo para o banheiro.. se deparou com o espelho, e o encarou.. o encarou e o que apenas encontrou foi apenas seus cabelos assanhados, seu rosto e olhos meios inchados — causado pela noite passada, em claro chorando — e umas olheiras abaixo do teu olhar.. tentou sorrir, mas nem isso conseguiu. Voltou ao quarto colocou uma roupa meio largada, ajeitou um pouco mais seus cabelos, e então caminhou pra sala, sentou-se no sofá e encarou a janela, pensamentos abstratos, tumultuados, passavam pela sua cabeça.. pobre menina, tão enjoada, triste, iludida, decepcionada, que vida triste ela levava. Sem perceber uma lágrima caiu pelo rosto, imediatamente passou a mão para limpá-la.. não queria chorar.. pois já sabia que se mais uma lágrima caísse, ela ia se derramar em várias outras — mais uma vez — Pegou uma revista pra ler e até mesmo se distrair um pouco, mas foi interrompida pelas suas memórias.. lembrou, lembrou do quando já foi feliz, lembrou de todos aqueles seus momentos bons, de todos os seus risos de felicidades, e do bom passado que deixou para trás… outra lágrima caiu, mas dessa vez ela não conseguiu segurar, inúmeras outras desceram pelo teu rosto. Se sentiu tão impotente, tão insegura, tão sensível e tão fraca naquele momento que não conseguiu nem segurar o choro. Desabou. Se jogou no sofá, agarrou o travesseiro, e deixou as lágrimas caírem… foram 37 minutos.. de puro choro, de puro desespero. Que então dormiu, dormiu de tanto chorar… igualmente como as outras vezes. […] Pobre menina. Tanta dor acumulada em seu peito, tanto sentimento escondido... Pobre vida que levava… —  (Gabriela Novaes - Querida♥Solidão)
 Mais uma daquelas rotinas clichês
Estava tudo bagunçado, nada estava em seu devido lugar, roupas pelo chão, papeis amassados jogados pelo quarto, e uma pobre garota deitada em uma cama, olhando para o teto, sonhando acordada. Mas então ela levantou, passou a mão pelo rosto, prendeu seus cabelos para tentar esconder um pouco da bagunça, feita pelos dias anteriores e caminhou seguindo para o banheiro.. se deparou com o espelho, e o encarou.. o encarou e o que apenas encontrou foi apenas seus cabelos assanhados, seu rosto e olhos meios inchados — causado pela noite passada, em claro chorando — e umas olheiras abaixo do teu olhar.. tentou sorrir, mas nem isso conseguiu. Voltou ao quarto colocou uma roupa meio largada, ajeitou um pouco mais seus cabelos, e então caminhou pra sala, sentou-se no sofá e encarou a janela, pensamentos abstratos, tumultuados, passavam pela sua cabeça.. pobre menina, tão enjoada, triste, iludida, decepcionada, que vida triste ela levava. Sem perceber uma lágrima caiu pelo rosto, imediatamente passou a mão para limpá-la.. não queria chorar.. pois já sabia que se mais uma lágrima caísse, ela ia se derramar em várias outras — mais uma vez — Pegou uma revista pra ler e até mesmo se distrair um pouco, mas foi interrompida pelas suas memórias.. lembrou, lembrou do quando já foi feliz, lembrou de todos aqueles seus momentos bons, de todos os seus risos de felicidades, e do bom passado que deixou para trás… outra lágrima caiu, mas dessa vez ela não conseguiu segurar, inúmeras outras desceram pelo teu rosto. Se sentiu tão impotente, tão insegura, tão sensível e tão fraca naquele momento que não conseguiu nem segurar o choro. Desabou. Se jogou no sofá, agarrou o travesseiro, e deixou as lágrimas caírem… foram 37 minutos.. de puro choro, de puro desespero. Que então dormiu, dormiu de tanto chorar… igualmente como as outras vezes. […] Pobre menina. Tanta dor acumulada em seu peito, tanto sentimento escondido... Pobre vida que levava…

— Um dia isso passa?
— Não. Mas, em algum momento, torna-se suportável.

Minha vida anda vazia, meio amarga, quase sem sentido. Talvez seja culpa do excesso de álcool e café, ou apenas a solidão que começou a corroer minha alma. Você se foi, e deixou tudo preto e branco outra vez. Está sendo difícil de colorir tudo sozinha. (e-verything) 
Minha vida anda vazia, meio amarga, quase sem sentido. Talvez seja culpa do excesso de álcool e café, ou apenas a solidão que começou a corroer minha alma. Você se foi, e deixou tudo preto e branco outra vez. Está sendo difícil de colorir tudo sozinha.

”Eu só quero algo que me tire dessa rotina insuportável. Algo que me tire desse desgaste temporal, dessa agonia. Quero algo diferente, horários diferentes, pessoas diferentes. Quero algo novo, com aquele gostinho de nostalgia, e uma pitada de emoção. Não, eu não quero você. Porque querer você, já virou uma rotina. Uma rotina insuportável.” Bianca Nunes. (amar-gurada)
Eu só quero algo que me tire dessa rotina insuportável. Algo que me tire desse desgaste temporal, dessa agonia. Quero algo diferente, horários diferentes, pessoas diferentes. Quero algo novo, com aquele gostinho de nostalgia, e uma pitada de emoção. Não, eu não quero você. Porque querer você, já virou uma rotina. Uma rotina insuportável.”

Cara, ria, ria da porra toda. De você, de mim, dos outros, do que pensam, do que dizem, dos teus problemas. de tudo. Liga o foda-se. Aproveita, ri de tudo e é isso aí. Tudo é passageiro, é tudo estado nessa vida, não se importa com nada não. No final, tu não vai levar nada contigo. Não se leva nada da vida. Só se deixam. Se deixam lembranças. e tu que deixar um sorriso como lembrança, ou tua preocupação com os problemas pra quem fizer?

Às vezes eu sinto falta de um carinho, um abraço, um sorriso. Às vezes eu sinto falta do ontem, do que aconteceu ou poderia ter acontecido. Também sinto falta dos sonhos que foram embora, sinto falta das cores que se ausentaram, falta daquele frio na barriga. Mas o tempo voa, menina, algumas coisas ele traz, outras apenas nos deixa na saudade, e sabe, apesar dos apesares, nem tudo que me faz falta eu quero de volta. (heyeverybody)
Às vezes eu sinto falta de um carinho, um abraço, um sorriso. Às vezes eu sinto falta do ontem, do que aconteceu ou poderia ter acontecido. Também sinto falta dos sonhos que foram embora, sinto falta das cores que se ausentaram, falta daquele frio na barriga. Mas o tempo voa, menina, algumas coisas ele traz, outras apenas nos deixa na saudade, e sabe, apesar dos apesares, nem tudo que me faz falta eu quero de volta.

- Eu te amo.
- Todo mundo diz isso. (risos)
- Desculpa. (…)
- Arranje outro jeito.
- De dizer que gosto de você?
- De mentir.

“E pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu com o que estava sentindo. Sentiu o que estava sorrindo. Agora sim, ela conseguia sentir aquele gostinho doce, suave. Gosto de se sentir bem. E como fazia tempo que ela não se sentia assim! Estava alegre, com vontade de expelir toda a sua felicidade. Com vontade de mostrar que estava ótima, enfim. Ela achou um jeitinho delicado, silencioso, de demonstrar toda essa bondade que estava dentro desse afável coração. E então, pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu para si, não para os outros. Coisa que ela deveria ter feito há muito tempo.” Bianca Nunes. (amar-gurada)
E pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu com o que estava sentindo. Sentiu o que estava sorrindo. Agora sim, ela conseguia sentir aquele gostinho doce, suave. Gosto de se sentir bem. E como fazia tempo que ela não se sentia assim! Estava alegre, com vontade de expelir toda a sua felicidade. Com vontade de mostrar que estava ótima, enfim. Ela achou um jeitinho delicado, silencioso, de demonstrar toda essa bondade que estava dentro desse afável coração. E então, pela primeira vez, ela sorriu como deveria. Sorriu para si, não para os outros. Coisa que ela deveria ter feito há muito tempo.

“Desculpe-me a frieza, desculpe-me o coração de gelo e as palavras amargas. E que o coração já se cansou de ser tratado tão indiferente, como se não existisse. Como se não existisse amor que fosse suficiente de sustentar toda uma multidão. Desculpe-me a falta de doçura, e a falta de brilho no olhar. Mas, aquele olhar inocente, aquelas malicias doces já não existem mais. Eu mudei, mudei tudo. Já não sinto mais, mais nada.”  (rec0meço)
“Desculpe-me a frieza, desculpe-me o coração de gelo e as palavras amargas. E que o coração já se cansou de ser tratado tão indiferente, como se não existisse. Como se não existisse amor que fosse suficiente de sustentar toda uma multidão. Desculpe-me a falta de doçura, e a falta de brilho no olhar. Mas, aquele olhar inocente, aquelas malicias doces já não existem mais. Eu mudei, mudei tudo. Já não sinto mais, mais nada.” 

- Como vai a vida?
- Igual água.
- Limpa e transparente?
- Não! Sem gosto mesmo.

- Moça, tome cuidado!
- Com o quê?
- Com o seu choro. Não se afogue.
- Deixe que eu me afogue.
- Mas por quê?
- É preciso ir até o fundo para se resgatar.

Todo mundo vai te decepcionar, sabia? Sua mãe, seu pai, seu marido, sua amiga, seu vizinho. Todo mundo um dia vai fazer uma merda federal e ferrar com tudo que você sonhou. A gente tem tantos sonhos, tantas verdades floridas e bonitas. Meu Deus, como eu queria uma vida cheia de cor. Meu Deus, como eu queria uma realidade mais doce. Mas não. A vida é meio amarga, azeda, meio de verdade. Isso assusta, assusta, mas a gente precisa ser forte.

“Acho que agora seria uma boa hora pra aparecer algo que me surpreenda. Algo para me fazer sorrir de alguma forma, e me arrancar um pouco de alegria. Era disso o que eu estava precisando, nesse momento. Algo, ou alguém pra me tirar dessa minha rotina clichê, desses meus dias de mesmice e sem nada pra me agradar. Já tá na hora de me surpreender, com algo que possa arrancar um pouquinho de felicidade de mim.” (Garota♡eSuasFases.)
Acho que agora seria uma boa hora pra aparecer algo que me surpreenda. Algo para me fazer sorrir de alguma forma, e me arrancar um pouco de alegria. Era disso o que eu estava precisando, nesse momento. Algo, ou alguém pra me tirar dessa minha rotina clichê, desses meus dias de mesmice e sem nada pra me agradar. Já tá na hora de me surpreender, com algo que possa arrancar um pouquinho de felicidade de mim.” 

Eu vou deixar pra lá, fingir que esqueci, agir como se não importasse. O que é verdadeiro volta. E quem tem que ficar, fica.

”Andava mal humorada. Não é que ela era pessimista, ou sem vontade de viver. Ela só não estava com um bom humor. Não queria mais desperdiçar sorrisos, preferia deixá-los guardados. Quem sabe assim, com os sorrisos escondidinhos, ela poderia sorrir por dentro? Não queria mentir, dizendo que “o dia está ótimo, minha vida está ótima, eu estou muito bem”. Porque, na verdade, tudo estava desmoronando. Estava tudo transbordando. Como um vazamento. Um vazamento em todos os lugares. Mas ninguém percebia isso. Só ela. E ela, bem, sofria: só… fria.” Bianca Nunes. (amar-gurada)
”Andava mal humorada. Não é que ela era pessimista, ou sem vontade de viver. Ela só não estava com um bom humor. Não queria mais desperdiçar sorrisos, preferia deixá-los guardados. Quem sabe assim, com os sorrisos escondidinhos, ela poderia sorrir por dentro? Não queria mentir, dizendo que “o dia está ótimo, minha vida está ótima, eu estou muito bem”. Porque, na verdade, tudo estava desmoronando. Estava tudo transbordando. Como um vazamento. Um vazamento em todos os lugares. Mas ninguém percebia isso. Só ela. E ela, bem, sofria: só… fria.” 

Cuidado ao olhar para uma invejosa, ela pode copiar a cor da sua sombra.


Eu continuo sem saber que maravilha a vida poderia me reservar se eu não me protegesse tanto.

Sou apaixonado por abraços. Não resisto a segurança de abraços fortes, sinceros que me envolvem e sinto como se um choque de esperança me fizesse ver as coisas de outra maneira. Então, poupe-se de procurar palavras pra me agradar, de algo que me faça sorrir e me sentir melhor… Apenas me abrace, e me segure bem forte!

“Eu sorria e vivia, eu corria atrás de meus sonhos estranhos, eu corria atrás de borboletas que seguiam o vento. Eu seguia o vento também, gostava dos lugares que ele me levava, normalmente, os lugares eram pra longe de sua presença. Os ventos sempre me empurraram para grandes campos com pequenas flores amarelas no gramado, sabe quando a grama do vizinho era mais verde? Então, eu desejava ser o vizinho daquele meu refúgio secreto. […] Eu conhecia bem esse lugar, ele tem um belo lago com uma água escura, não por ser sujo, mas por apresentar tamanha profundidade. Olhando de cima de uma pedra, ele parecia um abismo sem fim, a vontade de pular naquele lago só observando a escuridão se aproximar do meu rosto era tentador. Mas voltando ao ambiente e esquecendo meus pensamentos profundos, o cheiro do lugar me causava dores, as flores que lá viviam me traziam lembranças de tempos que eu não gosto de lembrar. […] O coração aperta, mas quem se importa agora? Sou só eu na ponta de uma pedra em direção a um abismo sem fim de um lago, mas não era um lago comum, era o lago dos meus sentimentos que eu desejava esquecer, mas algo, sempre me empurra em direção a eles.” (abismopoético)
“Eu sorria e vivia, eu corria atrás de meus sonhos estranhos, eu corria atrás de borboletas que seguiam o vento. Eu seguia o vento também, gostava dos lugares que ele me levava, normalmente, os lugares eram pra longe de sua presença. Os ventos sempre me empurraram para grandes campos com pequenas flores amarelas no gramado, sabe quando a grama do vizinho era mais verde? Então, eu desejava ser o vizinho daquele meu refúgio secreto. […] Eu conhecia bem esse lugar, ele tem um belo lago com uma água escura, não por ser sujo, mas por apresentar tamanha profundidade. Olhando de cima de uma pedra, ele parecia um abismo sem fim, a vontade de pular naquele lago só observando a escuridão se aproximar do meu rosto era tentador. Mas voltando ao ambiente e esquecendo meus pensamentos profundos, o cheiro do lugar me causava dores, as flores que lá viviam me traziam lembranças de tempos que eu não gosto de lembrar. […] O coração aperta, mas quem se importa agora? Sou só eu na ponta de uma pedra em direção a um abismo sem fim de um lago, mas não era um lago comum, era o lago dos meus sentimentos que eu desejava esquecer, mas algo, sempre me empurra em direção a eles.”

Ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado.

Acho que é coisa minha; torturar-me lembrando de coisas, de momentos, de pessoas que nunca mais irão voltar. Não devia machucar tanto esse sentimento de abandono, não devia doer tanto essa coisa de querer e não ter, mas torturante mesmo é saber que nada disso é recíproco e que os demais não sentem essa mesma falta. — Warllyssong Sena, WS.
Acho que é coisa minha; torturar-me lembrando de coisas, de momentos, de pessoas que nunca mais irão voltar. Não devia machucar tanto esse sentimento de abandono, não devia doer tanto essa coisa de querer e não ter, mas torturante mesmo é saber que nada disso é recíproco e que os demais não sentem essa mesma falta.

Eu sou tímida, não tapada.



Me vê uma rodada de vida boa, com uma porção extra de amor, uma boa dose de amizades verdadeiras e boas músicas para acompanhar


Escrevo repetidas vezes e apago. Nada sai como eu quero e parece até que me falta inspiração. São esses excessos que me tolhem a vontade de colocar em palavras. Não consigo pensar em nada melhor para fazer, do que me deixar desaguar na minha maior tristeza. Então espero um meio termo, que me permita sentir com clareza as palavras que passo para o papel.
É como se a vida tivesse perdido a graça, as coisas param de fazer sentido de repente. Os dias são tediosos e as noites são longas. Ando de um lado para o outro e pareço não sair do lugar. Perco-me admirando o nada, querendo de algum jeito achar inspiração, mas só me deparo com um vazio persistente. E se ao cair de uma tarde qualquer a vida persistir em me manter nessa estranha solidão, hei de com fé esperar o nascer de um novo dia.
(Tiago Gomes e Viviam Baddini)
Escrevo repetidas vezes e apago. Nada sai como eu quero e parece até que me falta inspiração. São esses excessos que me tolhem a vontade de colocar em palavras. Não consigo pensar em nada melhor para fazer, do que me deixar desaguar na minha maior tristeza. Então espero um meio termo, que me permita sentir com clareza as palavras que passo para o papel.
É como se a vida tivesse perdido a graça, as coisas param de fazer sentido de repente. Os dias são tediosos e as noites são longas. Ando de um lado para o outro e pareço não sair do lugar. Perco-me admirando o nada, querendo de algum jeito achar inspiração, mas só me deparo com um vazio persistente. E se ao cair de uma tarde qualquer a vida persistir em me manter nessa estranha solidão, hei de com fé esperar o nascer de um novo dia.

Receber carinho não faz mal á ninguém, pelo contrário, só faz bem. É bom se sentir amado, é bom se sentir protegido, é bom saber que alguém se importa. Carinho é demonstração de amor, afeto, cuidado. Eu estou mesmo precisando de alguém pra cuidar de mim. Alguém que queira ouvir minhas idéias mais absurdas. Alguém que me dê valor seria a melhor coisa que eu poderia ter nesse momento. Ouvir um ” você está bem mesmo?” faz falta. Necessito de cuidado. Mas não um cuidado qualquer, um cuidado especial. Proteção. Eu queria alguém que me desse um pouco mais de alegria, ou alguém que fosse a minha alegria. Falta de carinho causa tristeza aguda. (paranóiaadolescente)
Receber carinho não faz mal á ninguém, pelo contrário, só faz bem. É bom se sentir amado, é bom se sentir protegido, é bom saber que alguém se importa. Carinho é demonstração de amor, afeto, cuidado. Eu estou mesmo precisando de alguém pra cuidar de mim. Alguém que queira ouvir minhas idéias mais absurdas. Alguém que me dê valor seria a melhor coisa que eu poderia ter nesse momento. Ouvir um ” você está bem mesmo?” faz falta. Necessito de cuidado. Mas não um cuidado qualquer, um cuidado especial. Proteção. Eu queria alguém que me desse um pouco mais de alegria, ou alguém que fosse a minha alegria. Falta de carinho causa tristeza aguda.

Eu sei que tá chovendo lá fora e você tem medo de se molhar. Mas nem por isso devemos parar de dançar. Segura na minha mão e lembre-se que tempos ruins também se vão. E se insistirem em permanecer te ensino a dançar na chuva…É só você querer.

Se quiser vir, que seja sem esse egoísmo tão ‘século-vinte-um’ de trilhar caminhos pela metade, escapar pelos canteiros e me deixar falando pelos cantos. Se for pra calar minha boca, vem. Se for pra reescrever minha vida, vem. Mas que seja à caneta.

De um lado eu, do outro o mundo. Em mim a solidão, no resto o amor profundo. De um lado só saudade, do outro a alegria. Saudade no meu peito, que já não sabe da alegria.

queria estar com você , #LÉO :'( , vou até o fim , pra ter você pra mim ♪ #1anoe2mesessemvocê


A vida anda morna, racional, monótona… Isso me dói.

Por muito tempo eu desejei ser feliz demais. Amar demais. Ter tudo o que me era possível. Viver um daqueles romances de livro ou protagonizar uma comédia romântica. O cara do cavalo branco, o sapo que vira príncipe e todas aquelas coisas. Todo o drama, toda a paixão. Mas hoje não. Só quero um amor, nada muito extravagante, nenhuma novela mexicana. Só quero ser cuidada, só quero ter uma felicidade daquelas merecidas, quero ter um colo no fim do dia, um apoio. Hoje eu só quero ter paz. Não quero alguém que me tire do chão, quero alguém que divida o chão comigo. Sem qualquer extravagância, desejo coisas simples, coisas bobas. Longe de qualquer sonho, desejo apenas a realidade. ─ (ivalentim) 
Por muito tempo eu desejei ser feliz demais. Amar demais. Ter tudo o que me era possível. Viver um daqueles romances de livro ou protagonizar uma comédia romântica. O cara do cavalo branco, o sapo que vira príncipe e todas aquelas coisas. Todo o drama, toda a paixão. Mas hoje não. Só quero um amor, nada muito extravagante, nenhuma novela mexicana. Só quero ser cuidada, só quero ter uma felicidade daquelas merecidas, quero ter um colo no fim do dia, um apoio. Hoje eu só quero ter paz. Não quero alguém que me tire do chão, quero alguém que divida o chão comigo. Sem qualquer extravagância, desejo coisas simples, coisas bobas. Longe de qualquer sonho, desejo apenas a realidade.

‘Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: “Calma, eu estou com você.’

Apegada na solidão, sentimentos que não conseguiam demonstrar, tudo tão confuso… Sentia se só no meio de tantas ao seu redor. Todos os dias se encontrava sozinha. Se sentia insegura. Tão cansada das pessoas e ao mesmo tempo tão amargurada que nem é preciso explicar basta olhar naquele sorriso fraco que senti-rá. Pobre garota tão sozinha, tão repleta de lágrimas e que ninguém haveria de notar pois saberia bem esconde-lá. Seu quarto era uma bagunça assim como seus sentimentos, parecia que nada se encontrava no seu devido lugar. Sentimentos vazios, palavras vazias, tudo sem sentido. Sua vida parecia ter esfriado como café e estar mais amarga que nunca. (amarguradamente)
Apegada na solidão, sentimentos que não conseguiam demonstrar, tudo tão confuso… Sentia se só no meio de tantas ao seu redor. Todos os dias se encontrava sozinha. Se sentia insegura. Tão cansada das pessoas e ao mesmo tempo tão amargurada que nem é preciso explicar basta olhar naquele sorriso fraco que senti-rá. Pobre garota tão sozinha, tão repleta de lágrimas e que ninguém haveria de notar pois saberia bem esconde-lá. Seu quarto era uma bagunça assim como seus sentimentos, parecia que nada se encontrava no seu devido lugar. Sentimentos vazios, palavras vazias, tudo sem sentido. Sua vida parecia ter esfriado como café e estar mais amarga que nunca.

mais mesmo assim , eu me entreguei ♪


A vida é assim mesmo, menino, surpreende, desgasta, esfola, transforma. Coração, em suas mãos, é brinquedo, pessoas são fantoches, tempo é remédio. O amor? Ah, o amor é cura! Por isso que eu sigo, que você segue, que nós seguimos. A gente não perde a esperança de encontrá-lo nas curvas da estrada. A gente não perde a fé e acredita na promessa do felizes-para-sempre. É, menino, pura loucura, eu bem sei, mas o coração tem dessas coisas mesmo, acredita no impossível. Cai, levanta e insiste em acreditar. De tanto acreditar, encontra.

Tudo me atinge - vejo demais, ouço demais, tudo exige demais de mim.

ei felicidade, cadê você hein ):


Garota fria, sem muitos amigos, considerada até anti-social, coitados, mal sabem o que a pequena garota já passou, mal sabem que o seu silêncio carrega muitas dores, mal sabem que o seu jeito tímido esconde um medo, mal sabem que os olhos que brilham ao dia derramam lágrimas a noite. A garota que é julgada antes de mesmo de ser conhecida, a garota que parece fria esconde sentimentos, a garota que parece fria, chora, a garota que não demonstra nenhum tipo de sentimentos, sofre em silêncio, ela chora no seu quarto ao mesmo tempo em que a sua música preferida toca em um baixo volume, fazendo lembrar de alguns momentos que marcaram sua vida.. Fazendo lembrar de pessoas que se diziam amigos e abandonaram. Talvez a pequena garota que hoje sorrir pra você, chore a noite escondido do resto do mundo. (andre∞araujo)
Garota fria, sem muitos amigos, considerada até anti-social, coitados, mal sabem o que a pequena garota já passou, mal sabem que o seu silêncio carrega muitas dores, mal sabem que o seu jeito tímido esconde um medo, mal sabem que os olhos que brilham ao dia derramam lágrimas a noite. A garota que é julgada antes de mesmo de ser conhecida, a garota que parece fria esconde sentimentos, a garota que parece fria, chora, a garota que não demonstra nenhum tipo de sentimentos, sofre em silêncio, ela chora no seu quarto ao mesmo tempo em que a sua música preferida toca em um baixo volume, fazendo lembrar de alguns momentos que marcaram sua vida.. Fazendo lembrar de pessoas que se diziam amigos e abandonaram. Talvez a pequena garota que hoje sorrir pra você, chore a noite escondido do resto do mundo.

- Esse seu coração tem dono menina?
- A tristeza só se for.

— Quando uma pessoa sorri, seus olhos diminuem. Quando se assusta, seus olhos arregalam. Quando está séria, seus olhos firmam. Quando está triste, seus olhos não brilham. Mas os seus…Nos seus não consigo ver nada. Sem emoção, sem sentimento algum. São…vazios.
— E isso é bom ou ruim, doutor?
— Eu não sei…

- Um café quente, por favor.
- Você sumiu, pequena.
- Decidi dar um tempo em tudo…. Tempo ao tempo.
- Não lhe entendo, menina.
- Esfriou.
- Os sentimentos?
- O café.
- (…)
- Não tem jeito de acabar com algo que nunca existiu.
- Que amargura carregas, doce. Desamargure-se.
- Me dê uma dose bem doce, então.
- De amor?
- De café. Porque eu sei muito bem que este aí está em falta.

Colei aquele “Eu amo você” no espelho. É pra mim mesmo.

Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras e por tudo isso, ando cada vez mais só.

“Ao olhar para mim mesma, vejo pensamentos soltos que quero esquecer. Em meus olhos, vejo a tristeza de uma garotinha recém crescida, com medo do mundo, com medo do final do ano, levando embora coisas, das quais não quero me desfazer. Em minha boca, vejo palavras que gostariam de sair, mas que continuam intactas, tornando-se parte do meu ser. Ao sentir meu cabelo, sinto fragrâncias esquecidas, com seus rostos e aromas cor-de-chocolate, morangos e chantili. Me olho e vejo que me tornei a metade de mim mesma, exausta, fraca e definitivamente esquecida. Por aqueles que já se foram. Por aqueles que não voltam mais.“ (dilacerar)
Ao olhar para mim mesma, vejo pensamentos soltos que quero esquecer. Em meus olhos, vejo a tristeza de uma garotinha recém crescida, com medo do mundo, com medo do final do ano, levando embora coisas, das quais não quero me desfazerEm minha boca, vejo palavras que gostariam de sair, mas que continuam intactas, tornando-se parte do meu ser. Ao sentir meu cabelo, sinto fragrâncias esquecidas, com seus rostos e aromas cor-de-chocolate, morangos e chantili. Me olho e vejo que me tornei a metade de mim mesma, exausta, fraca e definitivamente esquecida. Por aqueles que já se foram. Por aqueles que não voltam mais.

[…] sua vida era fria como uma água-furtada, cuja lucarna dá para o norte e o tédio, aranha silenciosa, tecia sua teia na sombra em todos os recantos de seu coração.

Hoje digo com todas as letras: eu apenas sobrevivo. E vivo sem eu mesmo por aí. Caminho vazio, choro seco, escrevo mal, durmo me revirando e deixo qualquer coisa me deixar pra baixo. Mania minha de acreditar na poesia mais sutil do ser humano que na verdade não a têm. Mania minha de abraçar descompassadamente quem eu amo e chorar nos ombros teus como quem diz ”Me levanta por favor?”. Ando suplicando e me matando pouco a pouco. E sobreviver é tão irônico quando na mesma palavra existe o verbo viver. Tão contraditório que até sorrio e com lágrimas nos olhos deixo borrar algumas páginas de um livro qualquer que leio antes de dormir. Me faz companhia. E estranho como eu não me faço. Estranho como desfaleço em vossa frente e não vês, não lês. É difícil? Creio que não. E se for vá olhar a ave no céu, vá beijar a terra e colher flores, vá ter um amor e fazer poesia, vá ter alegria e chorar rindo. Vá viver para vir me sentir, vá viver para tirar de mim o prefixo da palavra sobreviver. Porque, quero viver e reviver, dentro de mim, dentro da vida.

Como deve ser bom ligar e dizer “aconteceu algo terrível, sinto que não vou suportar” e ouvir “senta e me espera, tô indo agora te ver.

fica comigo ? sem você eu não vivo ♪


Nem todo mundo entende e aceita meu jeito. Aquele jeito meio preocupada, aflita, nervosa, mãezona, chatonilda. Nem eu me aceito às vezes. Tem dias que nem consigo ver a minha cara no espelho. Tenho que aprender a falar menos e cuidar só da minha vida. Cansada de querer o bem dos outros e levar patada. É que tem gente que simplesmente não entende. E eu fico chateada, não dá vontade de explicar, penso que não vale a pena perder tempo e gastar meu latim com quem não quer meu carinho.

Deixa chover. Deixa molhar. Deixa a chuva me lavar. Quem sabe ela carrega junto os meus dilemas. Pode me inundar por dentro. Pode chover, trovejar. Eu sei que depois o sol vai brilhar mais forte. (paranóiaadolescente)
Deixa chover. Deixa molhar. Deixa a chuva me lavar. Quem sabe ela carrega junto os meus dilemas. Pode me inundar por dentro. Pode chover, trovejar. Eu sei que depois o sol vai brilhar mais forte. 

Tudo me atinge - vejo demais, ouço demais, tudo exige demais de mim.

Eu sinto falta de querer fazer amigos em qualquer festa, só pra conhecer gente estranha e te contar depois. Agora, eu fico pelos cantos das festas. Voltei a achar todo mundo feio e bobo, sem nada a dizer. Porque eu acho que estava gostando mais das pessoas só porque te via em tudo. Agora as pessoas voltaram a me irritar. E eu voltei a ter que fazer muita força pra sair de casa.

Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.

É só que talvez – veja bem: talvez – eu esteja aprendendo a viver só comigo mesma, de uma forma mais simples, mais leve.

Nem todo mundo entende e aceita meu jeito. Aquele jeito meio preocupada, aflita, nervosa, mãezona, chatonilda. Nem eu me aceito às vezes. Tem dias que nem consigo ver a minha cara no espelho. Tenho que aprender a falar menos e cuidar só da minha vida. Cansada de querer o bem dos outros e levar patada. É que tem gente que simplesmente não entende. E eu fico chateada, não dá vontade de explicar, penso que não vale a pena perder tempo e gastar meu latim com quem não quer meu carinho.

Não! Não encosta, Zé! Está tudo doloroso, tudo roxo. Eu perdi minhas asas, Zé. Não tenho mas vontade de voar. Que danada a vida! Cortou minhas asas, Zé. Perdi a vontade de viver, de remar… Ah, Zé! Por que tem que doer tanto? Por que, me diz? Doí viu? Parece que minha pele estar rasgando e minha alma indo embora. Minha alma se foi, Zé… Se foi. Não resta mas nada.

Não! Não encosta, Zé! Está tudo doloroso, tudo roxo. Eu perdi minhas asas, Zé. Não tenho mas vontade de voar. Que danada a vida! Cortou minhas asas, Zé. Perdi a vontade de viver, de remar… Ah, Zé! Por que tem que doer tanto? Por que, me diz? Doí viu? Parece que minha pele estar rasgando e minha alma indo embora. Minha alma se foi, Zé… Se foi. Não resta mas nada.

Não! Não encosta, Zé! Está tudo doloroso, tudo roxo. Eu perdi minhas asas, Zé. Não tenho mas vontade de voar. Que danada a vida! Cortou minhas asas, Zé. Perdi a vontade de viver, de remar… Ah, Zé! Por que tem que doer tanto? Por que, me diz? Doí viu? Parece que minha pele estar rasgando e minha alma indo embora. Minha alma se foi, Zé… Se foi. Não resta mas nada.

– Olá?– Oi.– O que você faz nessa esquina, uma hora dessas?– Sentada na calçada, não vê?– Vejo, mas não entendo o porquê.– Ótimo.– Ótimo?– Não era para você entender, mesmo; aliás, nem lhe conheço.– Você não deveria andar por essas bandas, principalmente nesse escuro.– Por que não?– É perigoso, todo mundo sabe.– Não tenho nada a perder.– Não? Tem a vida.– Não me custa. Minha vida é barata.– Quanto vale?– Duas doses de whisky e um pouco de silêncio.– Lhe pago as doses, mas o silêncio não é garantido.– Gosto de aproveitar o silêncio sozinha.– Tudo bem, aceita as doses?– Fica para outro dia, tenho que dobrar a esquina. Está amanhecendo.– Você é uma menina da noite, então?– Você pode nomear assim, apenas não gosto de rondar por aqui de dia. É meio… lotado.– Não gosta da multidão?– Não gosto das pessoas.– Posso saber o motivo?– Elas podem me ver.– E isso é ruim, por quê?– Meus olhos estão… Borrados. Sem vida.– É só limpar, eles ficam alegres novamente.– E o que eu faço comigo? Limpar não resolve.
(samesshit)

– Olá?
– Oi.
– O que você faz nessa esquina, uma hora dessas?
– Sentada na calçada, não vê?
– Vejo, mas não entendo o porquê.
– Ótimo.
– Ótimo?
– Não era para você entender, mesmo; aliás, nem lhe conheço.
– Você não deveria andar por essas bandas, principalmente nesse escuro.
– Por que não?
– É perigoso, todo mundo sabe.
– Não tenho nada a perder.
– Não? Tem a vida.
– Não me custa. Minha vida é barata.
– Quanto vale?
– Duas doses de whisky e um pouco de silêncio.
– Lhe pago as doses, mas o silêncio não é garantido.
– Gosto de aproveitar o silêncio sozinha.
– Tudo bem, aceita as doses?
– Fica para outro dia, tenho que dobrar a esquina. Está amanhecendo.
– Você é uma menina da noite, então?
– Você pode nomear assim, apenas não gosto de rondar por aqui de dia. É meio… lotado.
– Não gosta da multidão?
– Não gosto das pessoas.
– Posso saber o motivo?
– Elas podem me ver.
– E isso é ruim, por quê?
– Meus olhos estão… Borrados. Sem vida.
– É só limpar, eles ficam alegres novamente.
– E o que eu faço comigo? Limpar não resolve.

O chão muitas vezes me foge. Os ombros, também. Me sinto só de vez em quando, uma solidão boa, uma solidão boba. Uma solidão ruim? Também, porque tudo às vezes machuca. Consigo aceitar isso muito bem, então eu sigo com meu coração entre os dedos e alguma solidão debaixo do braço, só para me fazer companhia nos momentos em que preciso de uma palavra amiga.

queria estar com você , agora e sempre !

é dificil acreditar que você foi embora , só de imaginar , o meu peito chora , não tem como continuar a vida sem você ♪ lllléo :'( #1anoe2mesessemvocê !


Eu me acostumei tanto em ser sozinha que já não sei mais ter alguém.

Tão longe ficou o tempo, este, onde eu tinha a capacidade de sentir e esperar coisas boas como aconchego, confiança. Faz tempo em que esqueci como se dança, perdi todas as esperanças. Tão longe a felicidade ficou, quanto coisa boa não chegou. Tão longe ficou o tempo, aquele, aquele velho tempo onde a confiança existia entre os meus dedos, onde eu tinha aquelas tão estranhas vontades de sorrir, e eu me alegrava com pequenas, simples coisas. Onde os amigos eram amigos, o dinheiro nada valia, e os meus sentimentos não eram estas coisas estranhas, doídas. Tão longe passou o tempo, onde as vontades de viver gritavam, dançavam, e aquelas vontades de me dominavam, me empurravam pra frente, nas minhas velhas vontades de continuar. Hoje não sei mais como continuar. Não escrevo mais cartas, não escrevo mais nada, com a esperança que alguém se compadeça de mim. Hoje, não consigo mais ligar a estes amigos estranhos (e contar, contar, contar) tudo aquilo que tanto vivi, tudo aquilo que tanto sofri. Os chás, bolos, chocolates não me consolam mais. Nada me consola mais. De tanto chorar, acabei saindo da velha roda de dança. Eu já não sei mais o que faço. Esqueci como se dança menina, esqueci, esqueci o velho verbo ‘amar’. Igor Lopez.
Tão longe ficou o tempo, este, onde eu tinha a capacidade de sentir e esperar coisas boas como aconchego, confiança. Faz tempo em que esqueci como se dança, perdi todas as esperanças. Tão longe a felicidade ficou, quanto coisa boa não chegou. Tão longe ficou o tempo, aquele, aquele velho tempo onde a confiança existia entre os meus dedos, onde eu tinha aquelas tão estranhas vontades de sorrir, e eu me alegrava com pequenas, simples coisas. Onde os amigos eram amigos, o dinheiro nada valia, e os meus sentimentos não eram estas coisas estranhas, doídas. Tão longe passou o tempo, onde as vontades de viver gritavam, dançavam, e aquelas vontades de me dominavam, me empurravam pra frente, nas minhas velhas vontades de continuar. Hoje não sei mais como continuar. Não escrevo mais cartas, não escrevo mais nada, com a esperança que alguém se compadeça de mim. Hoje, não consigo mais ligar a estes amigos estranhos (e contar, contar, contar) tudo aquilo que tanto vivi, tudo aquilo que tanto sofri. Os chás, bolos, chocolates não me consolam mais. Nada me consola mais. De tanto chorar, acabei saindo da velha roda de dança. Eu já não sei mais o que faço. Esqueci como se dança menina, esqueci, esqueci o velho verbo ‘amar’.