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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011


“Eu sorria e vivia, eu corria atrás de meus sonhos estranhos, eu corria atrás de borboletas que seguiam o vento. Eu seguia o vento também, gostava dos lugares que ele me levava, normalmente, os lugares eram pra longe de sua presença. Os ventos sempre me empurraram para grandes campos com pequenas flores amarelas no gramado, sabe quando a grama do vizinho era mais verde? Então, eu desejava ser o vizinho daquele meu refúgio secreto. […] Eu conhecia bem esse lugar, ele tem um belo lago com uma água escura, não por ser sujo, mas por apresentar tamanha profundidade. Olhando de cima de uma pedra, ele parecia um abismo sem fim, a vontade de pular naquele lago só observando a escuridão se aproximar do meu rosto era tentador. Mas voltando ao ambiente e esquecendo meus pensamentos profundos, o cheiro do lugar me causava dores, as flores que lá viviam me traziam lembranças de tempos que eu não gosto de lembrar. […] O coração aperta, mas quem se importa agora? Sou só eu na ponta de uma pedra em direção a um abismo sem fim de um lago, mas não era um lago comum, era o lago dos meus sentimentos que eu desejava esquecer, mas algo, sempre me empurra em direção a eles.” (abismopoético)
“Eu sorria e vivia, eu corria atrás de meus sonhos estranhos, eu corria atrás de borboletas que seguiam o vento. Eu seguia o vento também, gostava dos lugares que ele me levava, normalmente, os lugares eram pra longe de sua presença. Os ventos sempre me empurraram para grandes campos com pequenas flores amarelas no gramado, sabe quando a grama do vizinho era mais verde? Então, eu desejava ser o vizinho daquele meu refúgio secreto. […] Eu conhecia bem esse lugar, ele tem um belo lago com uma água escura, não por ser sujo, mas por apresentar tamanha profundidade. Olhando de cima de uma pedra, ele parecia um abismo sem fim, a vontade de pular naquele lago só observando a escuridão se aproximar do meu rosto era tentador. Mas voltando ao ambiente e esquecendo meus pensamentos profundos, o cheiro do lugar me causava dores, as flores que lá viviam me traziam lembranças de tempos que eu não gosto de lembrar. […] O coração aperta, mas quem se importa agora? Sou só eu na ponta de uma pedra em direção a um abismo sem fim de um lago, mas não era um lago comum, era o lago dos meus sentimentos que eu desejava esquecer, mas algo, sempre me empurra em direção a eles.”

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