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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011


”Andava mal humorada. Não é que ela era pessimista, ou sem vontade de viver. Ela só não estava com um bom humor. Não queria mais desperdiçar sorrisos, preferia deixá-los guardados. Quem sabe assim, com os sorrisos escondidinhos, ela poderia sorrir por dentro? Não queria mentir, dizendo que “o dia está ótimo, minha vida está ótima, eu estou muito bem”. Porque, na verdade, tudo estava desmoronando. Estava tudo transbordando. Como um vazamento. Um vazamento em todos os lugares. Mas ninguém percebia isso. Só ela. E ela, bem, sofria: só… fria.” Bianca Nunes. (amar-gurada)
”Andava mal humorada. Não é que ela era pessimista, ou sem vontade de viver. Ela só não estava com um bom humor. Não queria mais desperdiçar sorrisos, preferia deixá-los guardados. Quem sabe assim, com os sorrisos escondidinhos, ela poderia sorrir por dentro? Não queria mentir, dizendo que “o dia está ótimo, minha vida está ótima, eu estou muito bem”. Porque, na verdade, tudo estava desmoronando. Estava tudo transbordando. Como um vazamento. Um vazamento em todos os lugares. Mas ninguém percebia isso. Só ela. E ela, bem, sofria: só… fria.” 

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