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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

domingo, 20 de novembro de 2011

— Traz uma xícara de chá gelado por favor Zé.— Ué, não vai pedir o mesmo de sempre hoje não? Aquele mesmo café quente..— Quero sair desse clichê, já basta minha vida.— Já basta sua vida?— Sim. Sem açucar por favor.— O que?— O chá. Quero ele amargo e gelado. Hoje estou afim de combiná-lo com o que estou sentindo.— Mas o que você está sentindo?— Não faz perguntas difíceis Zé. Traz meu chá, estou com pressa.—  O que houve com você? Eu não estou reconhecendo mais a moça simpática que eu sempre conheci…—  Desculpe-me, mas acho que essa “moça simpática” que você um dia já conheceu, não encontrará mais..— Motivos?— A vida.— A vida? — É, a vida.— O que foi que a vida lhe fez? — Nada Zé. Ela apenas me obrigou a ser o que eu hoje me tornei.— Amarga assim? — Amarga, fria, “sem sentimentos” e um pouco enjoada.— Amargura também enjoa.— Ser doce enjoa mais.— Não acho […] Mas você já não sente… mais nada? — Sinto Zé, sempre senti e não vai ser hoje que eu vou parar. Eu apenas aprendi a ignorar, a fingir, a esconder… E aprende comigo Zé.. dói menos.  (Gabriela Novaes - Querida♥Solidão)

— Traz uma xícara de chá gelado por favor Zé.
— Ué, não vai pedir o mesmo de sempre hoje não? Aquele mesmo café quente..
— Quero sair desse clichê, já basta minha vida.
— Já basta sua vida?
— Sim. Sem açucar por favor.
— O que?
— O chá. Quero ele amargo e gelado. Hoje estou afim de combiná-lo com o que estou sentindo.
— Mas o que você está sentindo?
— Não faz perguntas difíceis Zé. Traz meu chá, estou com pressa.
—  O que houve com você? Eu não estou reconhecendo mais a moça simpática que eu sempre conheci…
—  Desculpe-me, mas acho que essa “moça simpática” que você um dia já conheceu, não encontrará mais..
— Motivos?
— A vida.
— A vida? 
— É, a vida.
— O que foi que a vida lhe fez? 
— Nada Zé. Ela apenas me obrigou a ser o que eu hoje me tornei.
— Amarga assim? 
— Amarga, fria, “sem sentimentos” e um pouco enjoada.
— Amargura também enjoa.
— Ser doce enjoa mais.
— Não acho […] Mas você já não sente… mais nada? 
— Sinto Zé, sempre senti e não vai ser hoje que eu vou parar. Eu apenas aprendi a ignorar, a fingir, a esconder… E aprende comigo Zé.. dói menos. 

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