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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Solidão. Sinônimo de refúgio, costume, necessidade. Companheira aparente nos dias de extrema melancolia. O silêncio, às vezes, é mais sufocante que uma multidão inquieta. Solidão. Veneno doce da sociedade. Curiosa ironia é se sentir sozinho. É martírio e alívio, tristeza e felicidade, monotonia e aventura. A presença física se faz substituível quando o pensamento entra em cena. Não há melhor companhia do que eu mesma, nada me completa mais do que o meu próprio reflexo. Perfeitamente imperfeita, paradoxo ambulante. O isolamento me traz coragem pra enfrentar meus próprios demônios. Gostos e manias, qualidades e defeitos, cicatrizes cobertas pela indiferença dos olhos de quem não enxerga o coração. Apenas eu e minhas correntes. Quatro paredes que aprisionam sonhos solitários e uma mente doente. Sozinha, como sempre fui e nunca deixarei de ser. De fato, se acostumar com a solidão não é tão difícil quando nunca se teve alguém de verdade.

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