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Eita, que menina complicada! Se faz de forte, mas por dentro é tão frágil. Tão necessitada de atenção. Que menina complicada… Se faz de durona, e é tão sensível a qualquer palavra mal entendida. Essa menina, viu. Chora no chão do banheiro, em um cantinho perto da porta… Só assim ninguém a nota. Ninguém a vê. Por isso ela fica lá, chorando baixinho pra ninguém escutar. Pobrezinha dessa menina. [..] Quer ser forte como uma rocha, mas dentro de si, sabe que é tão frágil como um cristal. Quebra-se por qualquer coisinha. Pobre, menina. Tem a ilusão de ter um amor recíproco. Retribuído. Lá dentro, só quer ser protegida. Entendida. Pobrezinha, chora no chão sozinha, e ninguém nota o quanto és frágil. Ninguém consegui ver através do seu sorriso, quanta dor ela carregou esse tempo todo. Quanta coisa ela escondeu de si mesma, por medo. E no fundo, ela quer ver tudo mudar. És tão frágil, necessita de atenção o tempo todo. E talvez ninguém vê isso! Por : MeeryB.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


E nessa desarmonia de solidão desenfreada corro em direção do tempo para ver se me fogem os amores que tive…
A vida anda obsoleta demais e para os que sentem o despertar das flores e o chorar no canto do passarinho fica ainda mais difícil dormir; porque o sono não vem. Fica ainda mais triste ver sorrisos e mais dramático ainda discorrer sobre coisas que sentimos e choramos por sentir. A vida anda triste e da tristeza que vem sem pedir licença, que é altruísta, que mata e afoga, que sorri, que ama. E ultimamente não se é preciso muita coisa para vê-la; basta olhar à cigana que, andarilha como é, espalha soluços no plantar das sementes, é só ir à rua num dia frio e perceber o quão as pessoas são vazias de si e vazias dos outros; andam com pressa, com tangência, com melancolia. E é ruim quando penso na tristeza e na vida; assim: mútuas, recíprocas, uma com a outra, porque tristeza não fica bem com vida… digo, não fica “bem”. Mas para os que sentem… Ah! Para os que sentem a beleza está na moça da padaria que, apesar de alijada, continua a sorrir pra vida, eles veem beleza na morte abrupta da flor que mal nasceu e já morre; padece… eles necessitam da lágrima, da monotonia constante. Precisam do travesseiro aguado, da canção de bolero, da sorrateira solidão. 
A vida anda cansada demais e estar cansado, hoje, é sinônimo de palidez humana, esfriamento dos sentimentos, dos dias que outrora eram de verão. A vida cansada é a poesia que já não se consome, se deixa consumir. O que era fogo virou fechamento de olhos em meio à noite enternecida porém densa, bem densa. A chuva bate mais forte, a música entra mas sai, o caminhar fica trilhado simetricamente e a rotina faz de nós escravos. Mas para os que sentem… ah, para os que sentem a vida raia às cinco e meia da manhã; quando as flores ainda cochilam para ficarem mais alvas logo cedo pela manhã. Eles sentem os espinhos do caminho que terão de andar e respiram aliviados dizendo: ” Mais um dia sendo Flor, mais um dia sendo amor, mais um dia sendo Dor.”
Mais um dia de tristeza, de solidão e monotonia se inicia aqui, para eles, os que sentem…
Igor Pires.
E nessa desarmonia de solidão desenfreada corro em direção do tempo para ver se me fogem os amores que tive…
A vida anda obsoleta demais e para os que sentem o despertar das flores e o chorar no canto do passarinho fica ainda mais difícil dormir; porque o sono não vem. Fica ainda mais triste ver sorrisos e mais dramático ainda discorrer sobre coisas que sentimos e choramos por sentir. A vida anda triste e da tristeza que vem sem pedir licença, que é altruísta, que mata e afoga, que sorri, que ama. E ultimamente não se é preciso muita coisa para vê-la; basta olhar à cigana que, andarilha como é, espalha soluços no plantar das sementes, é só ir à rua num dia frio e perceber o quão as pessoas são vazias de si e vazias dos outros; andam com pressa, com tangência, com melancolia. E é ruim quando penso na tristeza e na vida; assim: mútuas, recíprocas, uma com a outra, porque tristeza não fica bem com vida… digo, não fica “bem”. Mas para os que sentem… Ah! Para os que sentem a beleza está na moça da padaria que, apesar de alijada, continua a sorrir pra vida, eles veem beleza na morte abrupta da flor que mal nasceu e já morre; padece… eles necessitam da lágrima, da monotonia constante. Precisam do travesseiro aguado, da canção de bolero, da sorrateira solidão. 
A vida anda cansada demais e estar cansado, hoje, é sinônimo de palidez humana, esfriamento dos sentimentos, dos dias que outrora eram de verão. A vida cansada é a poesia que já não se consome, se deixa consumir. O que era fogo virou fechamento de olhos em meio à noite enternecida porém densa, bem densa. A chuva bate mais forte, a música entra mas sai, o caminhar fica trilhado simetricamente e a rotina faz de nós escravos. Mas para os que sentem… ah, para os que sentem a vida raia às cinco e meia da manhã; quando as flores ainda cochilam para ficarem mais alvas logo cedo pela manhã. Eles sentem os espinhos do caminho que terão de andar e respiram aliviados dizendo: ” Mais um dia sendo Flor, mais um dia sendo amor, mais um dia sendo Dor.”
Mais um dia de tristeza, de solidão e monotonia se inicia aqui, para eles, os que sentem…

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